50 PEÇAS DO MUSEU DE ARTE SACRA DA BAHIA
Organização
Dow Química do Brasil S.A.
Profissional Responsável
José Rolim Valença
Assessoria
Externa
AAB
– Assessoria Administrativa Ltda.
Ano da Premiação
1981
Como
parte das comemorações de seus 25 anos no país, a Dow Química S.A., empresa
que exerce atividades industriais e comerciais no Brasil, pretendeu oferecer uma
contribuição cultural ao Brasil e à Bahia, preparando e editando o livro
"50 peças do Museu de Arte Sacra da Bahia", em convênio com a
Universidade Federal daquele Estado que, nesse mesmo ano, também comemora os
seus 35 anos de existência, o que faz merecer inúmeras expressões de
reconhecimento pela destacada posição que ocupa na paisagem cultural do país.
Neste
sentido, pretendendo mostrar uma descrição histórica do acervo do museu,
certamente o mais destacado centro de estudos da arte sacra brasileira, e
visando levar nossa cultura ao grande público, criando interesse e aumentando a
compreensão e o conhecimento da arte sacra do país, a Dow Química e a
Universidade Federal da Bahia uniram-se com o intuito de contribuir para a
preservação da riqueza histórica e artística do patrimônio cultural baiano
e brasileiro.
Com
texto do professor Valentim Calderón de La Vara, contando a história e a
descrição do Museu de Arte Sacra, ilustrado com esculturas, pinturas,
pratarias e mobiliários que fazem parte do acervo do museu, o livro de 124
páginas circulará pelas principais bibliotecas de arte do Brasil e do exterior
e foi apresentado durante jantar oferecido pela Dow Química no dia 26 de agosto
de 1981.
ASPECTOS
TÉCNICOS
Na
sobrecapa da obra consta a ilustração da imagem de Nossa Senhora de
Montesserrate, uma das 50 peças contidas no livro, feita em barro cozido e
doada ao Museu por Frei Agostinho da Piedade em 1636.
As
primeiras páginas do livro relatam a história do monumento, construído no
século 17 pelos padres terésios de Portugal, depois transformado em convento
e, desde 1959, Museu de Arte Sacra da Bahia.
As
demais páginas retratam e descrevem esculturas, pinturas, pratarias e
mobiliários, doados ao museu por igrejas e por outras entidades baianas.
Sua
diagramação é discreta procurando enfatizar as obras e chamando a atenção
para detalhes de particular interesse.
Uma
grande atenção foi dada à revisão e conferência dos textos e,
particularmente, à parte gráfica, na qual se procurou recompor, até onde
fosse possível, o mesmo aspecto original das obras. Seus
verbetes técnicos são verdadeiras fichas de pesquisa altamente descritivas das
características das peças e esclarecedoras em suas localizações e autoria.
A
fotografia também foi um dos aspectos cuidados na elaboração do livro. Todas
as peças foram fotografadas em tamanho 4x5 polegadas, uma a uma, num estúdio
montado dentro do próprio museu. Os fotolitos em momento algum receberam
retoques, sendo por isso, absolutamente fiéis.
As
páginas foram impressas de duas em duas, imprimindo-se uma gravura de cada vez
para que não houvesse risco de distorção nas cores.
Finalmente,
a escolha das letras do frontispício e títulos que, embora modernos, não
destoam do tom clássico do assunto tratado, em harmonia com a composição do
texto, aberta, clara e entrelinhada para proporcionar leitura descansada e
agradável.
O EVENTO
A
Dow Química, no dia 26 de agosto de 1981, no hotel Meridien de Salvador, em
comemoração aos seus 25 anos no país, ofereceu um jantar durante o qual foi
apresentado o livro "50 Peças do Museu de Arte Sacra da Bahia".
O
evento contou com a presença de Hunter W. Henry, presidente da Dow Química
S.A., Earle B. Barnes, presidente da Junta de Diretores de The Dow Chemical
Company, do reitor da Universidade Federal da Bahia, Luiz Fernando Macedo Costa,
que entregou o primeiro exemplar ao governo do Estado da Bahia, representado na
pessoa do senhor Manoel Castro, e de outras personalidades do cenário
político, empresarial, artístico e cultural da Bahia.
IMPRENSA
A
cobertura de imprensa foi iniciada cerca de dez dias antes do evento, por meio
de visitas pessoais dos responsáveis pelo Departamento de Comunicação da Dow
Química aos jornais da Bahia. Em São Paulo foram enviados kits de
imprensa aos principais jornalistas da área.
Os
dirigentes da empresa nos Estados e no Brasil também fizeram visitas pessoais a
políticos em Brasília, e ofereceram a eles um exemplar do livro editado pela
Dow Química.

Transcrição
adaptada dos registros existentes no CONRERP 2ª Região – São Paulo/Paraná