Campanhas de Opinião Pública

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GENTE QUE FAZ

 

Organização

Banco Bamerindus

Profissional Responsável

Sérgio Sibel Soares Reis

Ano da Premiação

1991/1992

 

O PROBLEMA

Um grande número de fatores – históricos, sociais, psicológicos e antropológicos – que seriam demasiadamente longos para tratar um detalhe neste trabalho que, afinal, pretende ser a apresentação de um caso de sucesso e não tem maiores pretensões acadêmicas – levaram a sociedade brasileira a ver com extrema desconfiança a figura do empresário e, não raro, colocam-no virtualmente no meio de cenário como empedernido vilão.

Ainda não nos esquecemos dos desastrosos planos econômicos, e dos desastrados governos durante os quais, gerentes, diretores de bancos e supermercados foram detidos e presos como "inimigos do povo".

O presidente, agora afastado do cargo, não hesitava em lançar mão de termos genéricos para apresentar como desculpa para o seu ambicioso e arbitrário plano "não estar dando certo": "os empresários", "a FIESP", as elites que não colaboravam com as autoridades para que se implantasse definitivamente no Brasil a modernidade. Não apenas isso, mas o seu suposto intermediário em tantos constrangedores episódios de corrupção – comprovados pela CPI do Congresso – embora fosse advogado, sempre foi citado, por toda a imprensa, como "empresário".

Seria, evidentemente, simplista e falso sustentar que empresários sejam verdadeiros anjos liberais perseguidos por demônios estatizantes e centralizadores. Entre empresários, existe uma parcela estatisticamente previsível de pessoas com comportamento antiético e/ou anti-social, como em qualquer outro segmento da sociedade.

Especificamente, empresários são pessoas como outras quaisquer, porém talvez sejam dotados de mais capacidade de decisão e de tomar iniciativas do que a média das pessoas... O fato é, contudo, certo e comprovado que definitivamente empresas e empresários não têm desfrutado de uma boa imagem pública em nosso país.

Várias pesquisas, realizadas por institutos e por órgãos de comunicação, como Veja e a Folha de São Paulo, por exemplo, produziram dados francamente desabonadores a respeito da confiança e credibilidade que a categoria dos empresários inspira na população. A única categoria com imagem pior que a dos "empresários", no Brasil, são os "políticos".

As pessoas não fazem uma conexão muito precisa entre os candidatos a cargos públicos (inquestionavelmente "políticos") e os ocupantes de cargos da administração pública (considerados e/ou temidos como "autoridades" e só eventualmente encarados como políticos).

Não há dúvida de que tal situação oferece um certo conforto aos políticos e a maioria sabe como se aproveitar da situação, quando em busca de bodes expiatórios. Mas é permanentemente complicada para a heterogênea, vasta e, na sua maioria, laboriosa e produtiva categoria de empreendedores da atividade econômica privada no Brasil.

Por tudo isso, ser empresário no Brasil não é fácil.

O DIAGNÓSTICO

É o Brasil, no entanto, um país praticamente construído pela iniciativa privada, em todos os setores – primário, secundário e terciário. A iniciativa, o empreendimento e a ousadia são características do nosso povo e – em especial – dos imigrantes de origem européia e seus descendentes que constituem a maioria de nossa população, embora o negócio familiar e a pequena empresa também tenham sido fortes características das outras correntes étnicas que contribuíram para a formação da nacionalidade brasileira: o africano e o oriental.

Com perto de 5 milhões de empresas, entre pequenas e/ou familiares, empresas médias e grandes, o Brasil encontra-se entre os verdadeiros gigantes da iniciativa privada mundial, superando, nesta estatística, o próprio Japão. Na verdade, a figura do empresário, do empreendedor, faz parte do cenário cultural brasileiro e está presente em todos os momentos, desde as feiras livres e as pequenas quitandas e mercadinhos, passando pelos "bicos" e os biscates diversos, visíveis nas atividades das "sacoleiras" urbanas e dos "camelôs", até as grandes unidades industriais do sul do país e as organizações comerciais e financeiras de expressão nacional.

De fato, à má imagem pública não corresponde uma realidade econômica social ou cultural. Pode-se argumentar que "política" e "políticos" têm produzido resultados questionáveis ao longo da história. Mas em que pesem alguns pecados, atuais e passados, quase sempre associados a pessoas e entidades da administração pública – o "balanço" de dois séculos de atividades empresarial, no Brasil, não é dos piores em relação à maioria das nações do mundo.

A SOLUÇÃO

O próprio Bamerindus é um exemplo de sucesso empresarial brasileiro. Desde a sua fundação, em 1953, por meio de fusões e incorporações, o Bamerindus enfrentou diversas crises na economia e nunca deixou de existir.

Lutar tem sido a política e a vocação do banco. E o espírito empreendedor é uma característica de seu fundador, Avelino A. Vieira, para quem os obstáculos sempre foram encarados como novos desafios. Quando a economia mundial estava em crise, em 1929, apesar do crack da bolsa de Nova York, foi Avelino, com apenas 24 anos, quem liderou um grupo de amigos para criar um pequeno estabelecimento bancário no norte velho do Paraná: o Banco Popular e Agrícola. Em 1944, o BPA foi incorporado ao Banco Comercial do Paraná, do qual Avelino tornou-se diretor comercial. Em 1951, assumiu o controle do Banco Meridional da Produção e mudou sua razão social para Banco Mercantil e Industrial do Paraná. Era o Bamerindus que nascia.

A história do Bamerindus tem sido como propulsores em busca de diferenciação e as atitudes inéditas e criativas. Atitudes inéditas em favor dos empresários, que vão desde o perdão de dívidas – em certos momentos históricos, como durante e após o Plano Cruzado e o Plano Collor – até o constante lançamento de novos e revolucionários produtos, como a Conta Remunerada, o CDB Rural Bamerindus, o Travel Money, a Conta Multiplicada.

Muitas vezes o banco já havia patrocinado campanhas publicitárias institucionais em favor das causas mais diversas, dentre muitas outras, como a da Reconstrução do Palácio Avenida, em Curitiba, Projeto Pró-Memória Farroupilha, Projeto Pró-Memória Gaúcha.*

E também em favor da produção, das empresas e dos empresários, como Planta Brasil (1985), Credite no Brasil (1989), Vendor Bamerindus (1990), Acredite em Você (1991), Credicruzado Bamerindus (1991), Financiamento de Telefones Urbanos (1991), Credicomércio Bamerindus (1991), Campanha Cash Export (1992), Financiamentos de Telefones Rurais (1992), Nota Promissória Rural (1992).

Se o banco – como empresa anunciante – podia estar presente nos anúncios e intervalos comerciais, não só para promover os seus serviços e produtos, mas também para lutar pelos seus ideais, por que não buscar um espaço alternativo dentro da programação ou do editorial?

Era uma idéia ousada, mas, para contar a saga dos empreendedores brasileiros, 30 segundos na TV ou no rádio, ou uma página ou duas de revistas ou jornais não seriam suficientes.

Estava começando a nascer o programa "Gente que Faz", com meia hora de duração.

O PROGRAMA "GENTE QUE FAZ"

Como Nasceu

O programa de TV "Gente que Faz" acabou sendo o resultado de uma idéia antiga do Diretor de Marketing do Bamerindus, Sérgio Reis, e começou a se materializar em fins de 1989, exatamente quando o banco veiculava a campanha Credite no Brasil. Um sinal verde do então presidente do banco – hoje senador – José Eduardo de Andrade Vieira, foi o ponto de partida para que se começasse a montar o programa.

Sérgio Reis liderou o trabalho desde o início. Recrutou o competente serviço do jornalista Sérgio Motta Mello – à frente da sua produtora TV1 – e, junto com ele, discutiram conceitos, formatos, cronogramas. A idéia era, à medida que o projeto vingasse, passar a distribuir fitas com a série como material didático para escolas de administração. Os cases de sucesso dos heróis anônimos brasileiros seriam excelente material de estudo para as escolas de administração de empresas de todo o Brasil.

Definido o básico, era hora de ir a campo e produzir. "Gente que Faz" deveria ter, como regra, as seguintes características:

explorar o lado empreendedor do empresário;

mostrar suas dificuldades e a forma criativa com que as superou;

ser um programa interessante e dinâmico;

não cair no "lugar-comum";

ter sempre frases de efeito – nunca chavões.

"Gente que Faz" deveria ter essa estrutura básica e, dentro dela, explorar com criatividade o diferencial de cada personagem em questão.

E quem seria este personagem?

O personagem de "Gente que Faz" seria um empresário – de qualquer idade – que tivesse criado e expandido sua empresa a partir de um sonho, sem jamais desistir. Que se tivesse destacado pela sua luta, e que tivesse resultado no seu sucesso como empresário e no emprego de centenas de pessoas. Histórias fortes, depoimentos emocionados e verdadeiros, tendo como meta valorizar mais do que simplesmente as idéias – deveria valorizar o trabalho. Esta deveria ser a "cara" do programa.

O verdadeiro objetivo de "Gente que Faz" era valorizar esses heróis anônimos. O objetivo do Bamerindus era promover os "fazedores do Brasil" que raramente aparecem.

A filosofia do programa era promover e valorizar pessoas e não empresas. "Gente que Faz" não daria fórmulas – apenas bons exemplos de coragem e determinação, mostrando gente que progrediu, criou riquezas, gerou empregos e pagou seus impostos.

Muito além de ser mais um programa de TV, "Gente que Faz" seria uma verdadeira campanha semanal em defesa da livre iniciativa – coisa que o Bamerindus sempre valorizou. Campanhas de incentivo ao empresário sempre fizeram parte da história deste "Banco da Produção".

Sérgio Motta Mello montou então uma equipe de oito jornalistas e "foi à luta" para produzir os primeiros programas. A escolha inicial dos nomes foi baseada numa grande pesquisa. Foram enviados folhetos com cupons para as agências do Bamerindus em todo o Brasil e também para sindicatos e associações para que as pessoas sugerissem, enviando os cupons, nomes para serem entrevistados em "Gente que Faz". O Bamerindus recebeu cerca de 5.000 respostas com sugestões.

O Produto Final

Para que não se corressem riscos, foi preciso um ano inteiro, para que, desde o início do planejamento, 12 programas estivessem finalizados e 12 em fase de pré-produção.

Só foram escolhidas para entrar em "Gente que Faz" pessoas que progrediram na vida por conta própria e – importante – mantendo-se sempre a uma distância considerável de Brasília...

O passo seguinte era encontrar uma emissora de televisão afinada com tudo isso. A TV Bandeirantes acabou sendo uma escolha natural, por ser uma empresa de comunicação visivelmente comprometida com a livre iniciativa e a liberdade. A emissora acabou "abraçando" o projeto, abrindo espaço gratuitamente para exibição dos programas.

"Gente que Faz" era o programa certo para a televisão certa. Idealizado pelo Bamerindus, produzido pela TV1 e apresentado por Sérgio Motta Mello, iria ao ar todas as segundas-feiras a partir de 23h30.

O Início

O primeiro programa foi transmitido no dia 3 de dezembro de 1990, unindo jornalismo e história em doses equilibradas. Armando e Luiz Marchesan foram os primeiros empresários escolhidos: começaram fabricando carroças no interior de São Paulo; eles superaram a falta de crédito e de caixa e a sua pequena fábrica cresceu, tornando-se uma saudável e imponente produtora de implementos agrícolas. O depoimento de Armando Marchesan, um homem de 70 anos, foi emocionado, revelador e verdadeiro.

Marchesan foi o primeiro de uma série de 60 empresários que deram seu testemunho de vencedores. O escultor e artista gráfico Ruy Ohtake criou uma peça para homenagear cada empresário entrevistado pelo programa: cada um deles deixava impressa em um papel, com tinta, a sua mão, no dia da gravação. A impressão depois se transformava numa escultura – e tinha sempre que ser a mão que o empresário usava para trabalhar, a esquerda ou a direita. A entrega transformou-se num evento solene, com a presença do presidente do banco.

A Série

Da relação completa de programas constam 60 títulos, que foram ao ar às segundas-feiras, de 3 de dezembro de 1990 a 16 de março de 1992. Finda a série, no dia 23 de março de 1992 a Bandeirantes exibiu uma retrospectiva de "Gente que Faz", com uma hora de duração.

Divulgação

Desde o momento em que "Gente que Faz" completou 45 programas, o Bamerindus começou a doar coleções de fitas a escolas de administração e deu início a um programa de distribuição, que continua até hoje e já atendeu a mais de 100 escolas e cerca de 30 mil alunos.

Uma boa divulgação do programa colaborou muito para o seu sucesso. A assessoria de imprensa feita pelo Gabinete de Comunicação e a propaganda criada pela agência Colucci & Associados fizeram parte do programa de comunicação e "Gente que Faz" – que inclui chamadas pelo rádio e TV, anúncios em jornais e revistas semanais. A cada semana era veiculado um anúncio mostrando o próximo empresário a ser entrevistado – a veiculação abrangia São Paulo, Rio de Janeiro e a praça da empresa do entrevistado. A revista Isto É apoiou o projeto abrindo espaço de uma página semanalmente para sinopse dos programas.

RESULTADOS

"Gente que Faz" trouxe de volta a figura de um herói brasileiro quase desconhecido, porém muito autêntico e verdadeiro: uma pessoa que um dia sonhou com a prosperidade – como qualquer um – mas que soube fazer o que era necessário para chegar lá, colhendo os benefícios e beneficiando milhares de outras pessoas.

Sua biografia difere imensamente da dos especuladores, que ficaram milionários instantaneamente, muitas vezes graças a comissões e subornos pagos a burocratas poderosos e que saíram de bairros pobres de metrópoles – Chicago ou Nova York – para se transformarem em magnatas na maior economia do mundo. Trata-se de um personagem único e bem brasileiro.

É curioso como ainda existem, hoje em dia, professores de universidades norte-americanas que são contratados por países da Europa, China e União Soviética para explicar como uma pequena poupança aliada a uma boa idéia pode resultar num bom negócio. No Brasil, essa história é antiga e já rendeu uma verdadeira massa crítica de empreendedores de enorme utilidade para a sociedade, que o Bamerindus trouxe ao centro do palco, para usá-la como importante exemplo para a sociedade e também para o governo.

Embora a previsão fosse de 45, o Bamerindus acabou produzindo 60 programas, na primeira fase.

"Gente que Faz" tornou-se um programa consagrado pela crítica, como espaço de comunicação garantido e valorizado. É um programa, ao mesmo tempo, necessário e interessante. E tudo leva a crer que "Gente que Faz" já foi "entendido" pela sociedade pela repercussão que atingiu na mídia.

"Gente que Faz" rendeu ao jornalista Sérgio Motta Mello, em 29 de setembro de 1992, o Grande Prêmio de melhor trabalho no Concurso Nacional de Jornalismo "Instituto Liberal" do II Prêmio Fenícia de Imprensa.

Com "Gente que Faz", o Bamerindus valorizou a si próprio e ao seu público-alvo, fazendo, em todos os sentidos, mais uma opção por um futuro melhor para o Brasil.

DEPOIMENTOS

"O brasileiro reclama muito, mas este é um país que divide seus cidadãos em primeira, segunda e até terceira categorias, pela falta de exercício consciente e incansável de seus direitos e deveres de cidadãos. Entre esses direitos e deveres, está o de sonhar e empreender, o de ter um ideal e enriquecer, para que todos prosperem. Esta é a lição fundamental de ‘Gente que Faz’, neste país para todos nós, com muita coisa ainda por ser construída".

José Eduardo de Andrade Vieira
Senador

"Ao mostrarmos ‘Gente que Faz’ estamos retratando, através de alguns exemplos, a saga dos fazedores deste país. E com isto estamos sendo fiéis à tradição de desenvolver campanhas de interesse social, como foi o caso de Credite no Brasil, em 1989".

Sérgio Regis – Diretor de Marketing
Bamerindus

"Foi estimulante aceitar este desafio, onde tive que usar toda a minha experiência de jornalista para conhecer e sentir de perto a determinação e a vontade de vencer destes empresários que, com coragem e ousadia, souberam construir empresas sólidas e altamente competitivas".

Sérgio Motta Mello – Jornalista
Responsável pelo Programa

Empresas

"O programa ‘Gente que Faz’ vem prestar sobretudo uma homenagem aos homens que, muitas vezes no anonimato, ajudam a construir a grandeza do nosso país. É mais do que elogiável enaltecer o trabalho da livre-iniciativa, que sabiamente tem demonstrado competência e tenacidade em seu trabalho, sendo importante mola impulsionadora de progresso e do desenvolvimento do nosso Brasil. É um programa necessário e interessante."

Oscar Ignácio Büttenbender – Presidente
Eclair Krüger Moraginski – Secretario
Associação Comercial, Industrial, Serviços e Agropecuária de Santa Rosa (RS)

"Em ‘Gente que Faz’, pessoas como eu, mais empreendedoras do que empresárias, e outras com formação profissional e técnica, têm oportunidades de expor os caminhos trilhados e as experiências vividas, na tentativa de atingir seus objetivos. Tem sido difícil a trajetória, mais do que nunca. O país, nesse momento, acima de tudo, precisa de gente que saiba o que faz".

Yvone Capuano
Clock

"Na qualidade de principal distribuidor dos produtos Schulz em Brasília, queremos registrar nossa satisfação e parabenizar o banco pela feliz iniciativa de ensejar a oportunidade de todos assistirem a um programa de seriedade e consistência como ‘Gente que Faz’, quando abordou de forma inteligente e incrível a trajetória da empresa Metalúrgica Schulz, dando ao público a exata idéia de dinamismo. Este evento confirma a tradição deste banco em prestigiar a cultura de nossa gente."

J. Itacaramby – Diretor Geral
Casa dos Parafusos – Brasília/DF

Escolas

"Para nós, brasileiros, é motivo de grande orgulho poder demonstrar a pujança de ‘Gente que Faz’ através desta iniciativa do Banco Bamerindus, principalmente considerando-se a qualidade dos entrevistados e das próprias fitas. O patrocínio do Bamerindus neste projeto é um exemplo a ser seguido por todos os que, como nós, acreditam que o esforço e o trabalho sempre trarão resultados positivos e serão recompensados".

Michael Paul Zeitlin – Diretor
Fundação Getúlio Vargas, Escola de Administração de Empresas de São Paulo

"Acreditamos que o projeto ‘Gente que Faz’, além de divulgar os feitos dos homens de nossa terra, está servindo de alavanca propulsora da fé na iniciativa privada entre nossos acadêmicos, mostrando que o progresso se faz com talento, energia, persistência, arrojo e trabalho."

Ruy Barbosa – Diretor
Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana, no Paraná

[ * ] Muitas dessas campanhas mereceram prêmios empresariais expressivos, como o Top de Marketing da ADVB, o Marketing Best da FGV/Editora Referência, o Colunista Nacional, o Colunista Regional Paraná, o Jeca Tatu, o Profissionais do Ano da Rede Globo Regional e Nacional, o Prêmio do Anuário do Clube de Criação de São Paulo, do Festival do Filme Publicitário da ABP, o Voto Popular – Prêmio Cliente da Revista About, no Festival de Gramado e o Prêmio Abril de Publicidade.

Transcrição adaptada dos registros existentes no CONRERP 2ª Região – São Paulo/Paraná