REFLEXÃO
E PERSPECTIVAS DAS RELAÇÕES PÚBLICAS
Luiz Alberto de Farias
Professor
da Faculdade de Comunicação Cásper Líbero
Ao iniciar-se um novo milênio, cabe aos profissionais
de Relações Públicas, atuantes no mercado de trabalho ou
nas instituições de ensino, desenvolvendo atividades junto a organizações
ou desenvolvendo pesquisas, avaliar os rumos que a profissão vem tomando e as
características que a levaram a esse estado, permitindo uma profunda reflexão
à luz da compreensão do histórico responsável pela constituição de um
perfil da profissão e dos profissionais, bem como a avaliação da relação
imagem-identidade das Relações Públicas.
Com pouco mais de trinta anos
de regulamentação, a profissão passou por um profundo processo de discussão
tendo como pauta exatamente as questões ligadas a sua regulamentação. Isso
ocorreu durante o Parlamento Nacional de Relações Públicas, promovido pelo
Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas (CONFERP), momento em
que foi proposta a desregulamentação da profissão mas cujo consenso apontou
por uma revisão da legislação regulamentadora, cujas alterações ainda não
foram votadas pelo Poder Legislativo e, por isso, ainda mantêm-se no plano de
propostas.
Contudo, dessas propostas o que parece ter mais
destaque é a questão da abertura das fronteiras do exercício da atividade de
Relações Públicas para novos profissionais cuja formação universitária
seja outra que não o bacharelado em Comunicação Social com habilitação em
Relações Públicas. Na página 6 do documento podemos encontrar a proposta de
que a designação – e o exercício – da profissão de Relações Públicas
passe a ser, dentre outros, privativa “dos
que possuírem formação superior em qualquer área de conhecimento e obtiverem
o título de pós-graduação, lato
ou stricto sensu, em Relações
Públicas, em curso ministrado por escola reconhecida e que mantenha
regularmente o curso superior de Relações Públicas” (Art. 1º, letra
“c”).[1]
Essa abertura causa controvérsia entre os envolvidos
na área de Relações Públicas e os que a defendem justificam-na como sendo a
medida necessária para fortalecer a profissão, já que os trinta anos de
portas fechadas, de “corporativismo” não deram à área o espírito de
corpo necessário. Assim, essa transformação pode ser vista como elemento
positivo a uma evolução da profissão.
A questão acima – a regulamentação – realmente
é controversa, já que até os envolvidos no processo apontam-na como tendo
sido prematura. Ela ocorreu antes mesmo da existência de cursos, ainda que o
diploma fosse uma exigência do texto da Lei 5377.
De acordo com Ney Peixoto do Vale,
principal responsável pela regulamentação, quando à época era
presidente do então Conselho Nacional da Associação Brasileira de Relações
Públicas, “a classe não estava
preparada para consolidar a profissão. Com a iniciativa, passou a si mesma um
atestado de imaturidade”.[2]
Cândido Teobaldo de Souza Andrade, um dos membros da
comissão que finalizou a proposta da regulamentação, afirma que “[...]
a lei e a regulamentação foram prematuras. Reconheço que fui um dos culpados,
porque fomos obrigados pelas circunstâncias a fazer [...] hoje eu descreveria
de outra forma as atividades incluídas na lei. [...] a regulamentação da
profissão foi realmente extemporânea”.[3]
Ainda sobre a questão da desregulamentação, Rolim
Valença, um dos mais renomados profissionais de Relações Públicas do Brasil
de todos os tempos, diz que “houve um
exagero de protecionismo e corporativismo que fecharam as fronteiras do ‘título’
de R.P. a qualquer um que não fosse diplomado, embora em termos práticos um
diploma não tenha nada a ver com o valor ou a eficácia do profissional de
comunicações. [...] O canibalismo desse excesso de regulamentação
e de burocracia derrubou o telhado sobre os próprios profissionais de
comunicação, que finalmente descobriram que não são tão indispensáveis
assim”.[4]
Não cabe aqui avaliar a regulamentação da profissão
de Relações Públicas ou a proposta de sua desregulamentação. Vale refletir
somente sobre o atual estágio e os possíveis porquês que nos trouxeram
até este determinado ponto.
A LITERATURA E A PRODUÇÃO
INTELECTUAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO CENÁRIO DA PROFISSÃO
Quanto à literatura de Relações Públicas, sabemos
que ela vem acompanhada pela produção científica, já que se percebe uma
participação muito pequena na produção de livros por parte de profissionais
que não estejam ligados diretamente à pesquisa e à academia. Um detalhe que
nos parece muito importante é a pequena representatividade de obras que relatem
experiências profissionais – os “cases”.
A contrário de outras áreas do conhecimento, as Relações
Públicas não têm um histórico de vivências profissionais publicado. Isso
contrasta o fato de serem os “cases” razão
dos concursos da área além de serem objeto de estudo em salas de aula, como
elementos de análise e compreensão dos caminhos do mercado, como
subsídio a aulas e a teorias.
Isso pode nos levar a crer que a tradicional diáspora
entre mercado e academia seja levada a cabo somente em alguns momentos. É
sabido que há essa ruptura, claramente marcada por posicionamentos
preconceituosos. Entrementes, os casos chegam à universidade e os conhecimentos
da universidade chegam ao mercado pelos egressos dos bancos escolares. Mas isso
não se formaliza por meio de uma produção literária.
Uma justificativa habitual é a de que os
profissionais atuantes no mercado de trabalho não dispõem de tempo para
relatar suas principais experiências. Mas isso, não há dúvida, é questionável.
E a academia, por sua vez, talvez não direcione suficientemente seus holofotes
para o mercado. Fortalecendo a idéia do posicionamento sectário em relação
à harmonia dos segmentos intelectuais e profissionais.
Quanto à produção intelectual (Quadro
1), sentimos ainda uma certa fragilidade já que nas últimas décadas não
sentimos um volume maciço de direcionamento de pesquisas para o fortalecimento
teórico da profissão. Além de poucas obras, sentimos que muitas pesquisas
perdem o foco e podem não dar a contribuição que a área possa precisar. Isso
pode ser constatado pela grande representatividade de obras instrumentais –
tanto em pesquisas quanto em livros – em detrimento a obras de questionamento
e reflexão. Isso não tira o valor das obras que expõem a instrumentalização
mas podem favorecer a ampliação das fragilidades teóricas e científicas.
O professor doutor Roberto Porto Simões[5]
alega que os profissionais de Relações Públicas tenham um conceito
excessivamente perfeccionista da produção de obras literárias, o que pode
prejudicar a própria profissão, já que o excesso de zelo leva à baixa produção.[6]
A realidade da condição sócio-cultural brasileira
também não pode ser desprezada, já que o mercado editorial ainda não se
apresenta em condições de oferecer títulos como em outros países (Quadro
2) em razão da pequena demanda. Os livros técnico-científicos ficam
ainda mais prejudicados. A nova lei de direitos autorais, que restringe
fortemente a cópia de livros pode vir a favorecer o crescimento do mercado, o
que pode refletir em um aumento da produção e favorecer, por conseqüência, o
crescimento de livros de Relações Públicas.

MERCADO DE TRABALHO DE RELAÇÕES PÚBLICAS
O que inúmeros profissionais têm relatado quando
questionados sobre suas expectativas sobre a profissão de Relações Públicas
é que sentem estarem no melhor momento, em que a profissão começa a
conquistar definitivamente seus espaços.
Trabalhar as Relações Públicas carece de uma maior
sutileza já que “é uma área
complexa e mais abstrata do que as do jornalismo, do rádio, da televisão e da
publicidade. Fazer um jornal, criar campanhas e anúncios publicitários ou
produzir programas radiofônicos e televisivos são atividades concretas e
pontuais facilmente tangíveis. Daí talvez a grande incompreensão sobre a
verdadeira finalidade da área, bem como o desconhecimento de suas
possibilidades para a maioria das pessoas”.[7]
Diante desse paradigma, encontramo-nos, no fim do século e diante do novo milênio,
ainda em um processo de grande dissonância entre o conceito e a identidade da
profissão.
Desse modo, acreditamos que todo o processo de formatação
da profissão em nosso país ocorreu ao longo dos anos muitas vezes enfraquecido
por essa dificuldade em fazer-se compreender e prejudicado pela intangibilidade
de seu “produto”. Entretanto, as necessidades da sociedade cuja satisfação
caberia às Relações Públicas não
deixaram – nesse mesmo período – de fazer-se ouvir.
O mercado, então, esteve
aberto aos resultados alcançáveis pelas Relações Públicas mas pensamos que
isso não foi devidamente aproveitado, ocasionando uma carência de espaço e
reconhecimento ainda em nossos dias. De acordo com a pesquisa por nós
realizada, pudemos perceber por meio de opiniões de renomados profissionais,
que estes vêem o presente momento de forma bastante otimista.
Segundo a professora Margarida Kunsch,[8]
“o momento é bastante propício”
já que “muitas organizações estão
percebendo a necessidade de repensarem suas estratégias e suas políticas de
comunicação”.[9]
Assim, podemos acreditar que até o presente momento ainda não é forte a
percepção das organizações pela “utilidade” do uso da profissão a seu
serviço, mas com uma boa perspectiva de mudança desse cenário.
A professora Sidinéia Gomes Freitas,[10]
por sua vez, perfila-se com a opinião da professora Margarida, atribuindo seu
otimismo quanto à profissão ao fato de que os relações-públicas têm o “perfil
do generalista na comunicação e também o mercado aponta para uma absorção
do perfil do generalista”. Ainda segundo a professora Sidinéia, isso
pode ser também verificado pelo crescente sentimento das empresas pela assunção
de seu papel de empresas-cidadãs, adotando postura de responsabilidade em relação
à sociedade.[11]
A situação da profissão, para a professora Cristina
Giácomo,[12]
está ainda distante de onde deveria. Ela acredita que “falta uma maior identidade para as Relações Públicas, principalmente
no âmbito interno – nas associações, nas escolas [...]”.[13]
Já para o professor Waldyr Gutierrez Fortes,[14]
a situação é favorecida principalmente pela abertura e expansão dos mercados
– globalização e entrada de capitais. Contudo, alerta para o fato de muitas
empresas terem que primeiro encontrar problemas – relativos muitas vezes a
questões de falta de conhecimento de aspectos culturais – para depois
buscarem apoio em estratégias de Relações Públicas.[15]
Assim, encontramos uma profissão que segundo alguns
profissionais de destaque carece de identidade e perde espaço para outros
profissionais que conseguem demonstrar para seus pares e para o mercado
resultados mais “palpáveis” de seu trabalho. Cabe talvez uma reflexão
sobre a preocupação qualitativa que se procura dar à atividade – algo
extremamente favorável – que pode redundar em uma menor preocupação com
demonstrações e proposições quantitativas – estas mais sensibilizadoras
nos momentos decisórios das organizações.
Em paralelo a todas as transformações, novas frentes
de trabalho podem ser vistas como receptivas às Relações Públicas. Se vem
ocorrendo uma mudança no perfil do emprego para os profissionais de Relações
Públicas – como veremos a seguir – o mercado também tem criado novas
formas de manifestação de trabalho, em especial a partir do terceiro setor e
da demanda por atividades de cidadania empresarial. Inúmeras organizações têm
dado nítidos exemplos do valor do investimento em questões de responsabilidade
social, de investimento comunitário, buscando além do fortalecimento de sua
imagem a ampliação do seu market share
a partir da associação de sua imagem à marca, agregando inestimável valor ao
produto e criando diferenciais de mercado – qualificando e quantificando as ações
de comunicação.
A ampliação de fronteiras, em nossa concepção, não
passa por uma perda de critérios a sim por compreensão dos sinais que o
mercado envia. Assim, o desenvolvimento de atividades dos chamados marketing
cultural, marketing político, marketing esportivo, dentre outros, por
profissionais de Relações Públicas vem a contribuir com as nítidas
necessidades de profissionais com alto grau de especialização para estar à
testa dessas tarefas. Além desse fator, pode-se perceber uma crescente demanda
por empresas e profissionais aptos e dispostos a coordenar esses tipos de ações,
além de sentirmos a crescente predisposição das diversas camadas sociais e
organizacionais para compreender e absorver tais trabalhos.
MUDANÇA DO PERFIL DO EMPREGO PARA RELAÇÕES PÚBLICAS
Com o crescimento do mercado motivado pelos fatores já
citados pelo professor Gutierrez Fortes, perspectivas se apresentam para as Relações
Públicas neste fim de século. Uma questão que se destaca é a diminuição da
oferta de emprego em organizações – departamentos, assessorias internas etc.
– em contrapartida ao crescimento do número de agências de prestação de
serviços terceirizados de comunicação.
Nem todos os profissionais concordam que seja esse o
melhor caminho, justamente em função das possibilidades de resultados. O
professor Fortes acredita que “isto
acarrete um trabalho parcial de relacionamento com os públicos. Sem conhecer o
dia-a-dia da empresa é muito difícil propor algo realmente estratégico e
consistente com o interesse dos públicos e com o interesse público maior de
uma comunidade [...]”.[16]
Acrescenta, ainda, a experiência desenvolvida em algumas organizações que
terceirizam a atividade de Relações Públicas mas a agência responsável pela
conta mantém um profissional permanentemente na organização cliente,
capacitando-o à melhor compreensão da realidade e dos valores da organização.
Contrapõe-se a essa idéia a professora Cristina Giácomo,
a qual declara que “trabalhar no
departamento de uma empresa é mais complicado do que trabalhar fora. [...]
Trabalhar e apontar equívocos ou entraves de comunicação dentro de uma
empresa de que você faz parte, é muito complicado. É muito mais fácil [...]
diagnosticar problemas, apontar soluções de fora”.[17]
Com relação a esse tema, a professora Sidinéia
Freitas acredita “que o caminho é
pela formação do pequeno empreendedor, dos prestadores de serviço.”[18]
A isso a professora Margarida Kunsch agrega a ocorrência de dois fenômenos: o
crescimento da prestação de serviços e a internacionalização das empresas
brasileiras. Segundo ela “as grandes
assessorias, aquelas que estão muito bem sedimentadas, estão fazendo parcerias
e acordos com entidades estrangeiras.” Isso pode levar-nos a crer numa
gradual mudança no perfil da profissão – tanto em imagem quanto em teorias e
técnicas – a médio prazo, a partir da influência desse processo de
internacionalização.[19]
A percepção da contribuição dos profissionais,
atuantes no mercado de trabalho ou no universo acadêmico, passa por essas duas
vertentes. De acordo com a professora Margarida Kunsch, encontramos pesquisas
cujos temas, muitas vezes, não são devidamente trabalhados. Quanto aos
profissionais, “não têm um trabalho
agressivo de contribuição para a melhoria da categoria, para a melhoria da
identidade da profissão”.[20]
Já a professora Sidinéia Freitas declara que “quem
acaba apontando mais caminhos é o próprio mercado”.[21]
O professor Gutierrez Fortes aponta que “existe
uma falta de solidariedade profissional em Relações Públicas”.[22]
A falta de uma identidade da
profissão, apontada anteriormente, e uma possível falta de solidariedade podem
fazer-nos crer que possam ter sido entraves para o fortalecimento da profissão,
para maior definição entre os praticantes e a sociedade, desguarnecendo seus
flancos em alguns momentos e permitindo que outros profissionais, oriundos de
outras atividades, obtivessem melhores resultados em determinadas áreas que os
profissionais de Relações Públicas – potencialmente melhor
instrumentalizados –, os quais, pela característica histórica da atividade
deixaram de conquistar.
REFLEXÃO E PERSPECTIVAS
Para o novo milênio apontam-se perspectivas – de
acordo com os profissionais ouvidos – muito favoráveis. De um processo de
potencial letargia a uma reviravolta – cujo limite pode ter sido a proposta de
revisão da regulamentação resultante do Parlamento Nacional de Relações Públicas
- a profissão Relações Públicas encerra um período histórico fazendo uma
nova leitura de sua condição ao longo do século – suas primeiras manifestações
nos Estados Unidos, sua chegada ao Brasil, sua regulamentação brasileira, sua
atuação durante anos-chave do país, como o regime militar, o início do
processo de internacionalização das agências e sua auto-revisão da
regulamentação.
Seu início, no começo do século, por intermédio de
gerenciamento de crises refletidas pelo confronto entre opinião pública e
interesses de megaempresários mostrou o potencial que veio se desenvolvendo ao
longo dos últimos quase cem anos. Sua chegada ao Brasil (formalmente, em 1914)
ainda não deixava clara sua potencialidade e a regulamentação não foi ao
encontro da situação sócio-político-cultural-estrutural do momento.
A chamada globalização acabou por refletir
firmemente nesse cenário, influenciando a forma de agir de todas as organizações
e em especial as especializadas em Relações Públicas e até mesmo as
necessidades de rever as formas de pensar dos profissionais da área. A abertura
da discussão sobre a regulamentação – um debate de grande polêmica –,
mesmo desagradando uma parcela da classe profissional, pode ter vindo reacender
a discussão da própria situação da profissão.
Pensamos que esse movimento possa vir a significar a
calcificação dos pensamentos favoráveis ao futuro da profissão, externado
pelos profissionais escolhidos por terem contribuído com a profissão com a edição
de livros resultantes de pesquisas de pós-graduação, além de sua própria
atuação profissional e acadêmica, que lhes dá inegáveis condições para
emitir posicionamento a respeito dessa questão.

NOTAS
[1] Conclusões do Parlamento
Nacional de Relações - Conselho Federal de Relações Públicas -
Conferp.
[2] KUNSCH,
M. M. K. Relações públicas e modernidade. São Paulo, Summus,
1997, p. 24.
[3] Idem.
[4] Idem.
[5] Roberto Porto Simões é
professor da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (PUC-RS).
[6] Revista Repensando Cásper,
v. 1, n. 1, out. 1998.
[7] KUNSCH, M. M. K. A
pesquisa acadêmico-científica no campo das Relações Públicas e da
comunicação organizacional no Brasil. In: Vinte anos de ciências da comunicação no Brasil. Santos:
Universidade Santa Cecília , 1999.
[8] A profa. dra. Margarida
Maria Krohling Kunsch é coordenadora do curso de Relações Públicas do
Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da Escola de
Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
[9] Entrevista dada pela
professora Margarida para a pesquisa de Mestrado “Literatura de Relações
Públicas nos anos 90”, de Luiz Alberto Beserra de Farias – em andamento
na Faculdade Cásper Líbero.
[10] Sidinéia Gomes Freitas é
professora-titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São
Paulo e presidente do Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas
– Conferp.
[11]
Entrevista dada pela professora Margarida para a pesquisa de Mestrado
“Literatura de Relações Públicas nos anos 90”, de Luiz Alberto
Beserra de Farias – em andamento na Faculdade Cásper Líbero.
[12] A Dra. Cristina Giácomo
é titular do curso de Relações Públicas da Faculdade Cásper Líbero.
[13]
Entrevista dada pela professora Margarida para a pesquisa de Mestrado
“Literatura de Relações Públicas nos anos 90”, de Luiz Alberto
Beserra de Farias – em andamento na Faculdade Cásper Líbero.
[14] O prof. dr. Waldyr
Gutierrez Fortes é coordenador do curso de Relações Públicas da
Universidade Estadual de Londrina – UEL.
[15] Entrevista dada pela
professora Margarida para a pesquisa de Mestrado “Literatura de Relações
Públicas nos anos 90”, de Luiz Alberto Beserra de Farias – em andamento
na Faculdade Cásper Líbero.
[16] Idem.
[17] Idem.
[18] Idem.
[19] Idem.
[20] Idem.
[21] Idem.
[22] Idem.

BIBLIOGRAFIA
FARIAS, Luiz Alberto B. de. Entrevista com Prof. Dr.
Roberto Porto Simões. Repensando Cásper, São Paulo, v. 1, n. 1, p.
6-7, 1998b.
GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da
cultura. 9. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.
GURGEL, João Batista Sena e.
Cronologia da evolução
histórica das relações públicas. 3. ed. Brasília: Linha Gráfica, 1985.
KUNSCH, M. M. K. Relações públicas e
modernidade. São
Paulo: Summus, 1997.
KUNSCH, Margarida M. K. A pesquisa acadêmico-científica
no campo das relações públicas e da comunicação organizacional no Brasil.
In: LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. Vinte anos de ciências da comunicação
no Brasil: avaliação e perspectivas. Santos: Univ. Sta. Cecília, 1999.
MOLES, Abraham Antoine.
A criação científica. São
Paulo: Perspectiva, 1981.
SIMÕES, Roberto Porto.
Relações públicas: função
política. 3. ed. São Paulo: Summus, 1995.
THOMAZI, Maria Stella. O ensino e a pesquisa em relações
públicas no Brasil e sua repercussão na profissão. São Paulo: Tese de
Doutorado, ECA-USP, 1993.
Conclusões do Parlamento Nacional de Relações –
Conselho Federal de Relações Públicas – CONFERP.
Folha de S. Paulo.
NOVA LEI veta cópia de livros em xerox. Folha de São
Paulo, São Paulo, 22 jun. 1998. Caderno 3, p. 1.
Revista Educação. Sindicato dos Estabelecimentos de
Ensino no Estado de São Paulo. São Paulo: n. 206, jun. 1998.

Comunicação apresentada ao GT de Relações Públicas,
da INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação,
no XXIII Congresso
Brasileiro de Ciências da Comunicação, realizado de 2 a 6 de setembro de 2000 na
Universidade do Amazonas, Manaus – AM