A AVALIAÇÃO QUALITATIVA EM RELAÇÕES PÚBLICAS: O USO DA
TÉCNICA DO GRUPO DE DISCUSSÃO
Maria Amélia Miranda Pirolo, Regina Célia Escudeiro Cesar, Maristela Romagnole de Araújo Jurkevicz, Ivone Guerreiro Di Chiara
e Nádina Aparecida Moreno
Professoras
da Universidade Estadual de Londrina
José Carlos Dalmas
Bolsista
INTRODUÇÃO
Os Departamentos de Comunicação e Ciências da Informação
da Universidade Estadual de Londrina estão desenvolvendo um projeto de pesquisa
denominado "A pesquisa de Opinião como Método de Investigação em
Relações Públicas" (Pirolo et. al. 1997), o qual tem como objetivo geral
elaborar um modelo teórico de pesquisa de opinião pública para aplicação na
área, que contemple momentos funcionalistas e dialéticos.
As abordagens quantitativas são insuficientes para resolver
situações em que se obtém dados subjetivos, o que é comum ocorrer quando se
trata da opinião pública, motivando os autores do projeto em questão, na
busca de combinação de técnicas que melhor se adaptem às especificidades do
trato com a opinião pública. Desde o início do projeto foram testadas várias
técnicas de pesquisa visando o alcance do objetivo proposto. Dentre elas., o
estudo de caso, entrevistas e análise de conteúdo para uma situação de
coleta de dados específica.
Uma outra técnica qualitativa comumente utilizadas na
pesquisa de opinião é a denominada grupo de discussão (Jordão, 1994) ou
grupo de foco (Gelula & Sandlow, 1998; Fraser & Restrepo-Estrada, 1988).
Jordão (1994) denomina esta técnica como discussão em
grupo e ressalta que seu objetivo é explorar as "possibilidades da
dinâmica da interação das pessoas numa situação artificialmente criada que
permita verbalizações espontâneas" (p.48). A autora afirma que esta
técnica se baseia em grupos homogêneos ou seja os participantes devem possuir
características comuns (socioeconômicas ou outras). A homogeneidade do grupo
assegura, de acordo com a autora, uma melhor dinâmica interna, gerando uma
troca e conflito de opiniões, importante para a obtenção de respostas para o
problema investigado.
Fraser & Reestrepo – Estrada (1988) definem grupo de
foco como uma técnica de pesquisa que consiste na formação de grupos pequenos
e homogêneos, com a participação de 6 até 12 pessoas, que sejam
representativas de um grande setor da sociedade ou da comunidade. Nesta
técnica, é criada uma situação informal, na qual os tópicos são discutidos
pelo grupo de maneira espontânea e cada membro expressa livremente as suas
opiniões.
A técnica é ainda utilizada em pesquisa de mercado e é
definida por Kotler & Armstrong (1993, p.70) como entrevistas grupais,
através das quais, seis a dez pessoas se reúnem por algumas horas com um
entrevistador treinado para discutirem sobre um produto, serviço ou
organização. Na pesquisa de marketing, normalmente os participantes recebem um
brinde simbólico pela participação. O registro das discussões é feito
através de anotações ou de videoteipe.
Para testar a técnica,neste estudo, foram escolhidos os
clientes da Biblioteca Central da Universidade Estadual de Londrina (BC/UEL) ,
os quais em estudo anterior (Di Chiara et. al., 1998), por meio de uma abordagem
eminentemente quantitativa avaliaram os produtos e serviços da referida
instituição.
No estudo quantitativo, verificou-se que os clientes estavam
insatisfeitos com vários itens da BC/UEL, como exemplo pode-se citar o serviço
de fotocópias, mas não se conseguiu através do questionário utilizado,
averiguar porque ocorriam os problemas apontados. A análise dos dados obtidos,
de modo geral, revelou uma avaliação da Biblioteca mais positiva do que o
esperado, excetuando-se alguns itens.
O questionário continha uma questão aberta na qual o
cliente podia expressar livremente os seus sentimentos com relação à
instituição avaliada, mas na maioria dos casos, este espaço não foi
utilizado ou não despertou interesse dos respondentes. Como afirma Thiollent
(1982) "as não-respostas" podem significar mais que as respostas
emitidas, daí a preocupação em se desenvolver um estudo complementar que
buscasse dados qualitativos, que realmente demonstrassem a verdadeira opinião
dos clientes.
A utilização de técnicas qualitativas é recomendada para
complementar estudos quantitativos por autores como Widdows et al. (1991) e
Haguette (1997) , pois possibilitam a coleta de informações que não podem
emergir dos procedimentos quantitativos tradicionais.
Para a realização deste estudo, utilizou-se da técnica de
grupo de discussão, visando ao alcance de dois objetivos: testar a validade da
técnica do grupo de discussão na pesquisa de opinião em Relações Públicas;
conhecer a opinião dos clientes (público externo) com relação à qualidade
dos produtos e serviços oferecidos pela BC/UEL à clientela.
MÉTODO
O estudo incluiu apenas uma categoria de clientes da BC/UEL:
os alunos de graduação de cursos alocados no campus universitário.
Excluíram-se as demais categorias de clientes que foram investigadas no estudo
quantitativo anterior ou seja os professores e alunos de pós-graduação (Di
Chiara et al. 1998).
Os estudantes de graduação revelaram-se mais descontentes
que as demais categorias, portanto, a obtenção da opinião dos alunos tinha
prioridade. Além disso, o estudo de apenas uma categoria de cliente, é
suficiente para o alcance dos objetivos propostos.
CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS
A coleta de dados foi realizada a partir da constituição de
3 grupos de discussão, incluindo alunos de cursos que representassem todas as
grandes áreas do conhecimento humano, conforme tabela do CNPq, assim
constituídos:
RESULTADOS
Os resultados apresentados a seguir foram selecionados,
levando-se em consideração o fato de só emergirem na pesquisa a partir da
técnica utilizada e serem resultados enfatizados pelos grupos.
Produtos e Serviços
Pela maneira como os grupos discutiram as questões
apresentadas, verificou-se que, de modo geral, os estudantes desconhecem os
produtos e serviços oferecidos pela BC/UEL, como orientação para
normalização de trabalhos, exposições no recinto da biblioteca, comutação
bibliográfica, acesso à bases de dados, treinamento para o uso de bases de
dados, levantamento bibliográfico em fontes impressas, divulgação de recentes
aquisições, entre outros.
As discussões concentraram-se praticamente em torno do
serviço de circulação (empréstimo domiciliar e uso do material no recinto da
Biblioteca). Os dados obtidos evidenciaram que este item é o serviço que os
estudantes mais utilizam e conhecem na Biblioteca.
O serviço de fotocópias, apontado como ponto nevrálgico no
estudo quantitativo realizado anteriormente, na verdade é criticado não pelo
atendimento em si, mas sim pelas condições nas quais este atendimento é
realizado: falta de máquinas, espaço físico reduzido, falta de mais
funcionários nos horários de "de pico", com conseqüentes demoras no
atendimento e no tempo em filas e pouca ventilação.
Um grupo chegou ao consenso que é altamente positivo a
atitude dos professores que deixam nas secretarias dos centros de estudos
"pastas" com textos para fotocópias, o que evita a ida à biblioteca
e conseqüentemente o uso do seu serviço de reprografia..
Ainda com relação aos produtos e serviços, verificou-se
consenso com relação à falta de mais treinamentos para o uso de catálogos,
bases de dados e outros recursos oferecidos pela biblioteca, embora todos os
grupos tenham considerado o treinamento aos calouros como um serviço muito
importante. No entanto, apesar dessa relevância, os alunos consideram que esse
treinamento oferece muitas informações em um só momento e que muitas delas
não são assimiladas, razão pela qual deveriam ser reiteradas em outras
oportunidades.
Materiais de Informação
O consenso dos grupos com relação aos materiais de
informação é que há insuficiência de títulos e exemplares de livros.
Os alunos de cursos mais antigos, como exemplo os de Direito,
criticaram a falta de materiais mais atualizados. Já os discentes de cursos
novos, como os de Estilismo em Moda e Música, reclamam da falta absoluta de
suporte informacional para os cursos em questão.
Nas discussões apareceram críticas inclusive com relação
à adequação dos títulos existentes, no sentido de que o acervo disponível
é muito básico e não especializado como o esperado, principalmente em áreas
como Ciências da Computação.
Durante as discussões, os alunos observaram também que a
Universidade aumentou o número de cursos e de vagas oferecidas, mas não se
observa um crescimento do acervo na mesma proporção.
Condições de Atendimento
A crítica dos grupos quanto às condições de atendimento
da BC não é direcionada a todos os setores, ela se concentra principalmente no
Serviço de Circulação, o qual é o mais utilizado pelos alunos de
graduação.
Registraram-se relatos quanto ao desconhecimento e/ou falta
de vontade do funcionário em indicar bibliografia específica para suprir os
títulos não disponíveis.
Todos os grupos apresentaram descrições de uma linguagem
não verbal aliada a uma postura subjetiva do funcionário em que ele coloca-se
como quem "está na biblioteca para cumprir um papel" e não para
estabelecer uma interação com o cliente. Os alunos citaram como exemplo o caso
de funcionários que não olham para o usuário e que este chega a utilizar a
carteira de empréstimo (com foto) de colegas para retirar material da
biblioteca. Houve críticas ainda com relação ao uso de expressões como
"o próximo" para chamar os usuários que estão na fila, o que
reforça a falta de cortesia no trato com o usuário.
Um dos grupos foi de consenso que o atendimento dos
funcionários piorou sensivelmente nos últimos dois anos, época que coincide
com o aumento do número de vagas e de cursos na Universidade.
Condições de Conforto
Uma das críticas formuladas pelos três grupos está
relacionada à insuficiência do número de lugares individuais e para estudo em
grupos.
A construção de "escaninhos", onde são guardados
as mochilas, bolsas e outros pertences dos usuários, foi duramente criticada,
pois segundo os alunos, em nome da segurança do acervo, foi utilizado espaço
destinado à sala de estudo. Além disso, os escaninhos, segundo os grupos, se
tornaram um lugar onde há mais filas: a da guarda e da retirada de material.
As condições de ventilação e iluminação do subsolo
também foram criticadas e este é um dado absolutamente novo, pois até então
se entendia, pelos resultados do estudo quantitativo, que a Biblioteca era um
lugar absolutamente confortável.
Como conseqüência da falta de salas para estudo em grupos,
outro problema foi apontado: a falta de silêncio, o qual foi considerado
fundamental pelos grupos.
Com relação à limpeza no recinto da Biblioteca, houve
consenso entre os grupos que esta apresenta um bom padrão de higiene, sendo
colocada por alguns integrantes dos grupos como um dos lugares mais limpos da
Universidade. No entanto, alguns participantes ressaltaram como de extrema
importância a adoção das medidas técnicas cabíveis para evitar o pó que
naturalmente se forma em bibliotecas e que provoca reações nas pessoas
predispostas. Segundo este grupo, muitos usuários não freqüentam a biblioteca
por serem alérgicos. Este também é um dado novo, só identificável pela
técnica de pesquisa empregada, pois muito raramente se verificou este tipo de
problema em avaliações realizadas em sistemas de bibliotecas.
A questão da atual estrutura da BC/UEL também apareceu nas
discussões e pode ser analisada sob a ótica do conforto. Os alunos consideram
que a atual estrutura (centralização) dificulta o uso da biblioteca porque
exige tempo para o deslocamento dos centros de estudo até o prédio da BC/UEL.
As discussões sobre o assunto mostraram que os alunos utilizariam mais a
Biblioteca se a ela estivesse dividida em bibliotecas setoriais, ou seja, se
cada centro de estudo da Universidade tivesse uma biblioteca própria.
ANÁLISE QUALIQUANTITATIVA DOS RESULTADOS OBTIDOS
Na avaliação quantitativa realizada na Biblioteca Central (Di
Chiara et al, 1998), os dez aspectos considerados mais deficitários pelos
usuários, foram, pela ordem:
-
números de exemplares existentes;
-
disponibilidade de equipamentos para digitação;
-
serviço de fotocópias;
-
disponibilidade de livros técnico-científicos;
-
automação das coleções da biblioteca;
-
disponibilidade de periódicos técnico-científicos;
-
disponibilidade de equipamentos audiovisual;
-
prazo de recebimento de cópias da comutação;
-
disponibilidade de salas para estudo em grupo;
-
nível de ruídos.
Com exceção da disponibilidade de equipamentos (itens 2 e
7), e a questão da comutação (item 8), os demais itens foram incluídos nas
discussões pelos grupos.
O estudo quantitativo indicou uma insatisfação dos
usuários em relação ao número de exemplares existentes e aos periódicos. No
grupo de discussão, ficou claro o motivo desta insatisfação, ou seja, os
participantes dos grupos, na maioria das vezes, não encontram os materiais de
informação procurados.
O Serviço de Fotocópias que aparece no estudo quantitativo
em terceiro lugar entre os itens com os quais os usuários estão insatisfeitos,
teve as razões explicadas pelos grupos.
Na verdade a insatisfação em relação a este serviço se
deve às condições nas quais o mesmo é prestado, e não a um possível
atendimento de má qualidade, como se pensou inicialmente.
O fato da automação das coleções da Biblioteca ter sido
ressaltada como um item deficitário no estudo quantitativo, se deve a uma
provável confusão entre automação das coleções existentes e os recursos de
informática disponíveis na Biblioteca, como por exemplo o acesso a Internet e
a Base de dados. Durante as discussões, a questão do uso da Internet na BC/UEL
foi bastante enfatizada, sendo ressaltada as limitações de equipamentos para
uso da rede. Em nenhum momento das discussões foi citada alguma dificuldade de
recuperação da informação, como conseqüência da qualidade do sistema de
automação em funcionamento na Biblioteca. O estudo realizado anteriormente
deixou dúvidas nesse sentido, pois não se sabia o que havia de errado com a
informatização da BC.
Os problemas relacionados à disponibilidade de salas para
estudos em grupo e lugares individuais, bem como o nível de ruído no recinto,
são decorrentes da insuficiência de espaço físico disponível atualmente na
Biblioteca. Este fato tornou-se claro no decorrer das discussões, quando os
grupos ressaltaram em várias oportunidades a insuficiência de espaço e a
questão do ruído.
Pelas discussões ocorridas durante o emprego desta técnica,
pode-se perceber que os problemas apontados pelos usuários são, em sua
maioria, decorrentes da falta de recursos financeiros por que passa atualmente a
BC/UEL, a exemplo de outras instituições similares do país.
Em relação aos materiais de informação, todos os grupos
apontaram como um dos maiores problemas da BC/UEL a insuficiência de títulos e
exemplares de livros bem como a desatualização do acervo em algumas áreas.
As condições de atendimento, que no estudo quantitativo,
foram avaliadas de forma bastante positivas, nos grupos de discussão foram
consideradas deficitárias, mas justificadas por eles mesmos. De acordo com as
discussões, existem funcionários que apresentam modificações de
comportamento no trato com os clientes, isto é, ora são gentis e corteses, ora
ríspidos. Segundo os próprios alunos, estas alternâncias constituem uma clara
demonstração da situação de estresse vivida pelos funcionários.
Os alunos apontaram como prováveis causas desse estresse o
aumento do número de usuários, decorrente da expansão do número de vagas e
de cursos e da não contratação de mais funcionários para suprir o fluxo de
pessoas que utilizam os serviços da Biblioteca.
Na verdade, um dado de extrema relevância veio a tona
durante as discussões: ficou claro que a BC/UEL é um órgão utilizado por
toda comunidade universitária e nesta condição é o espaço onde se observa o
ponto fraco da atual política da Universidade no que se refere ao aumento do
número de vagas e de cursos. A expansão dos cursos e do número de vagas
certamente foi acompanhada da contratação de professores e da ampliação de
laboratórios, mas, o chamado "centro do saber", a Biblioteca, não
recebeu os investimentos na mesma proporção.
Este tipo de constatação não ocorreria com as técnicas de
pesquisa convencionais, o que implicaria, certamente em uma análise incorreta
do fenômeno analisado. Neste caso, as causas e conseqüências seriam
analisadas somente no âmbito da Biblioteca, o que não seria verdadeiro.
Por outro lado, considerando-se o objetivo desse trabalho, o
emprego da técnica do grupo de discussão, mostrou-se compatível com a
realidade em que atua o profissional de relações públicas ora identificando
os públicos alvos de sua instituição, ora conhecendo sua opinião que se
respalda em valores subjetivos que não são quantificáveis, da maneira como se
propõe usualmente.
Já a Biblioteconomia é caracterizada por estudos
quantitativos, conforme atesta a própria produção científica da área. Desse
modo, os clientes de bibliotecas dificilmente têm oportunidade para expressar
livremente seus sentimentos com relação aos serviços oferecidos porque as
técnicas de pesquisa empregadas não lhes proporcionam esta oportunidade, o que
é possível no grupo de discussão.
CONCLUSÕES
O emprego desta técnica na pesquisa de opinião em
Relações Publicas, ainda que sob a forma de teste, revelou-se adequada às
necessidades da pesquisa na área. A técnica possibilita o uso da informação
e da discussão, imprescindíveis na formação de público, o qual constitui o
objeto de trabalho dos profissionais de relações públicas, representando um
diferencial a mais em relação a outras técnicas comumente empregadas.
Para a área da Biblioteconomia, a técnica mostrou-se
adequada pelo fato de permitir a coleta de dados que não são obtidos mediante
o uso de técnicas quantitativas tradicionalmente utilizadas na área. Além
disso, a técnica possibilita o aprofundamento de resultados obtidos por meio de
outras metodologias, pois ela garante a expressão de valores pessoais através
da linguagem oral e não verbal, deixando transparente, ao grupo de
pesquisadores, opiniões que não seriam decodificadas nem mesmo pelas técnicas
qualitativas empregadas nas Relações Públicas e com menos freqüência na
Biblioteconomia.
Vale lembrar que em ambas as áreas, a técnica deve ser
utilizada para complementar outros estudos, principalmente os de caráter
quantitativo, conforme recomenda a própria literatura sobre o assunto. A
exemplo de outras técnicas, o papel do pesquisador no grupo de discussão é de
extrema relevância para obtenção de resultados fidedignos, a sua
sensibilidade e percepção, são ainda fundamentais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HAGUETTE, Teresa Maria Frota.
Metodologias qualitativas na
sociologia. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
THIOLLENT, Michel.
Crítica metodológica, investigação
social e enquete operária. São Paulo: Polis, 1982.
KOTLER, P., ARMTRONG, G.
Princípios de marketing. Rio
de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1993. P.70.
JORDÃO, Fátima Pacheco. O uso de pesquisas qualitativas em
eleições. In: FIGUEIREDO, Rubens; MALIM, Mauro. A conquista do voto.
São Paulo: Brasiliense, 1994. p. 47-64.
DI CHIARA, Ivone Guerreiro; OLIVEIRA, Sonia Maria Marques de;
TOMAEL, Maria Inês et al. Serviço de informação com qualidade: o caso do
Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Londrina. In: SEMINÁRIO
NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10, 1998, Fortaleza. Anais...
Fortaleza: Associação de Bibliotecários do Ceará, 1998. Publicação em
Disquete.

Comunicação apresentada ao GT de Relações Públicas,
da INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação,
no XXIII
Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, realizado de 2 a 6 de
setembro de 2000 na Universidade do Amazonas, Manaus – AM