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FORMAÇÃO
E DESENVOLVIMENTO DA OPINIÃO PÚBLICA
Sidinéia Gomes Freitas
Professora
da Universidade de São Paulo
INTRODUÇÃO
Falar de opinião pública é assunto apaixonante e controverso. Isto posto,
fica ainda mais difícil darmos um passo além e analisarmos o tema: Formação e
desenvolvimento da opinião pública.
Pela profundidade do assunto, temos consciência de que não o esgotaremos,
mas sim indicaremos alguns parâmetros para a sua discussão.
CONCEITO DE OPINIÃO PÚBLICA
Na verdade, o conceito de opinião pública vem se transformando através dos
tempos. No século XIX ocorreu a primeira revolução industrial, surgiu a imprensa e as
reivindicações deixaram de representar apenas os interesses de um grupo dominante,
abrangendo caráter não só político, mas também social e econômico.
Os estudiosos da opinião pública consideram-na, antes de mais nada, um
estudo essencialmente interdisciplinar que envolve a Sociologia, a Psicologia Social, a
Ciência Política e outras.
O senso comum utiliza o termo opinião pública com naturalidade (grande
parte de nossos representantes políticos assim agem), mas ao investigador interessa saber
o que é opinião pública.
A reflexão nos leva, automaticamente, a lembrarmos de grupo, de público, de
atitude de maioria, de opinião, do indivíduo no grupo, no público.
A professora Sarah Chucid da Viá refere-se à definição de Kimbal Young:
Opinião é conjunto de crenças a respeito de temas controvertidos ou relacionados
com interpretação valorativa ou o significado moral de certos fatos[1].
Monique Augras afirma a opinião é um fenômeno social. Existe apenas
em relação a um grupo, é um dos modos de expressão desse grupo e difunde-se utilizando
as redes de comunicação do grupo[2].
De fato, a opinião tem sua origem nos grupos, mas só assim não
caracterizaremos a opinião pública, porque esses grupos transformam-se em públicos
quando se organizam em torno das controvérsias, com ou sem contigüidade espacial,
discutem, informam-se, refletem, criticam e procuram uma atitude comum, e atitude para a
professora Sarah Chucid da Viá é uma tendência para atuar, agir. Relaciona-se com
os hábitos, com os comportamentos e transforma-se em opinião quando adquire um caráter
verbal e simbólico[3], mas onde fica o
indivíduo na opinião pública?
Ora, todos nós sabemos que o indivíduo, o ser humano, é um ser social e
não vive sozinho. No mínimo pertencerá ao grupo primário família. Na
verdade, ainda não se sabe qual é a real natureza do termo opinião pública, mas
analisando o que dizem os especialistas podemos encontrar pontos de destaque sobre o
assunto. Vejamos:
 | a opinião pública está diretamente relacionada a um fenômeno social que
poderá ou não ter caráter político;
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 | é um pouco mais que a simples soma das opiniões;
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 | é influenciada pelo sistema social de um país, de uma comunidade;
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 | é influenciada pelos veículos de comunicação massiva;
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 | poderá ou não ter origem na opinião resultante da formação do público;
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 | não deve ser confundida com a vontade popular, pois esta se relaciona aos
sentimentos individuais mais profundos;
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 | depende e resulta de uma elaboração maior;
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 | não é estática, é dinâmica.
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Convém aqui destacar que a opinião de um grupo não é a opinião do
público, e a melhor forma de esclarecermos o assunto ainda é o exemplo. Assim, sabemos
que no grupo primário família, a hierarquia, bem como a comunicação face a
face, interfere na discussão que é mais do tipo democrático direto, onde geralmente a
opinião preponderante é a do líder do grupo (o chefe da família, por exemplo).
No grupo primário família, os problemas são mais concretos,
mas nas sociedades mais complexas, os grupos secundários (escola, igreja) caracterizam-se
por apresentarem indivíduos com multiplicidade de tarefas e de atividades, e os problemas
tornam-se mais abstratos, bem como as relações também se tornam mais abstratas e surge
a controvérsia que, a meu ver, é a origem da formação do público.
A essa altura, surge o indivíduo no público que, segundo o Prof. Dr.
Cândido Teobaldo de Souza Andrade:
 | não perde a faculdade de crítica e autocontrole;
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 | está disposto a intensificar sua habilidade de crítica e de discussão
frente a controvérsia;
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 | age racionalmente através de sua opinião, mas está disposto a fazer
concessões e compartilhar de experiência alheia.[4]
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Seria bom se estivéssemos sempre diante de públicos e de indivíduos no
público, mas Monique Augras nos diz que A opinião pública é, declaradamente, uma
alavanca na mão do demagogo. Daí em diante aparecerá um duplo aspecto: expressão
genuína da vontade do povo e meio de manipulação desse povo[5].
Nas sociedades complexas nem sempre a opinião pública influencia e determina ações,
sejam tais ações de caráter puramente social, ou de caráter político e econômico.
Por isso, precisamos verificar que fatores interferem na formação e no desenvolvimento
da opinião pública.
OPINIÃO PÚBLICA: FORMAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO
Além da classificação dos grupos, os fatores sociais, os psicológicos, a
persuasão e os veículos de comunicação massiva interferem na formação e
desenvolvimento da opinião pública.
No sentido de facilitarmos a análise isolaremos as interferências.
Fatores Sociais
O tipo de sociedade ao qual pertencemos, nossa classe social e as várias
relações estabelecidas interferem na formação da opinião pública. Nas sociedades
mais estáticas as opiniões são mais permanentes e se aproximam mais de crenças,
enquanto que em sociedades mais dinâmicas os indivíduos tendem a mudar de opinião e
devido à grande mobilidade social, opiniões se transformam ou até mesmo desaparecem.
Os grandes centros urbanos apresentam grande mobilidade social
diferenciando-se da população concentrada em aldeias rurais, onde há mais dificuldades
nos contatos e nas informações.
A classe social também interfere na formação da opinião. Marx
afirma que toda a opinião é opinião de classe, uma opinião determinada pelo grupo
social em que se vive, nos lembra a professora Sarah C. da Via.[6]
Os Fatores Psicológicos e a Persuasão
Os fatores psicológicos são os que melhor explicam a formação da opinião
pública, pois opinião relaciona-se com o conjunto de crença e ideologia de um
indivíduo que tem disposição para expressar-se (caso não se expresse trata-se de uma
atitude latente) e a opinião seria um dos modos de expressão dessa disposição,
surgindo a propósito de um acontecimento determinado. Sendo essencialmente expressão, a
opinião é de natureza comunicativa e interpessoal. Serve de mediadora entre o mundo
exterior e a pessoa sob dois aspectos: 1) adaptação à realidade e ao grupo; 2)
exteriorização, nos lembra a professora Sarah C. da Viá.[7]
Ocorre que a adaptação à realidade e ao grupo, bem como a
exteriorização, envolvem a identificação, a projeção e a rejeição que verificamos
no relacionamento social, e não é difícil observarmos isto nas representações
coletivas, pois todos desejam a aprovação social. As opiniões consideradas pelo
indivíduo com a maior cautela; inversamente, se alguém tiver necessidade de agressão e
de autonomia, expressá-la-ás sem restrições, analisa a professora Sarah C. da
Viá.[8]
Ainda considerando a identificação, a projeção e a rejeição iremos
encontrar os estereótipos criados nas sociedades de massa onde os fatores afetivos e
irracionais funcionam com maior intensidade.
Os estereótipos apresentam algumas características que auxiliam
sobremaneira a formação e desenvolvimento da opinião pública. Vejamos:
 | o estereótipo é persistente, pode permanecer por gerações;
|
 | é elaborado por um grupo para definir-se ou definir outro grupo;
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 | apresenta ma imagem idealizada do próprio grupo;
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 | apresenta a esquematização, onde as qualidades de um objeto são reduzidas
a uma só;
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 | engloba todos em único conceito;
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 | tem função compensatória de frustrações, assim, o outro grupo passa a
ser responsabilizado pelas frustrações.
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Os estereótipos são, de fato, fantasias, mas fantasias que determinam
atitudes que podem levar à ação. Pessoas, frases, modelos podem transformar-se em
estereótipos.
Criar estereótipos, alterar e induzir opiniões irá requerer a persuasão.
A persuasão tem na propaganda sua melhor arma de ação, pois a propaganda pode ser
definida como técnica que manipula as representações, os estereótipos e influencia nas
ações humanas, nas atitudes das pessoas. Por outro lado, sabemos que o homem é um ser
social, é passível de influência e, portanto, pode ser persuadido. Quer e deseja a
aprovação social.
De fato, a persuasão e a propaganda andam de mãos dadas, pois o professor
Cândido Teobaldo de Souza Andrade nos diz: A propaganda é considerada suspeita,
porque na área da discussão pública, ela molda opiniões e julgamentos, não baseada
apenas no mérito da controvérsia, mas, principalmente, agindo sobre os sentimentos. O
objetivo precípuo da propaganda é implantar uma atitude que vem a ser sentida pelas
pessoas como natural, certa e espontânea. Deseja assim a propaganda criar uma convicção
e obter ação de acordo com essa convicção[9].
Os Veículos de Comunicação Massiva
Somos constantemente bombardeados pelos veículos de comunicação massiva
que agem sobre nossas opiniões, nossas atitudes, nossas ações. Bombardeiam nossos lares
e formam nossas crianças.
A interferência desses veículos vem sendo lembrada a todo momento nos
problemas levantados em nosso curso.
Os veículos de comunicação massiva usam e abusam da propaganda. Basta nos
colocarmos diante de um aparelho de televisão realizarmos uma simples contagem do número
de comerciais veiculados. Estamos diante de veículos onerosos e somente grupos poderosos
podem mantê-los e manejá-los, mas a opinião pública existe, não pode continuar a ser
manipulada de maneira abusiva e desejamos chegar mais próximos da verdade. Porque ao
invés de negarmos o poder de tais veículos, não utilizá-los de modo mais racional e
eqüitativo? Os grupos de interesse agem.
PÚBLICO E OPINIÃO PÚBLICA
O professor Cândido Teobaldo de Souza Andrade e quase todas as obras que
falam de Relações Públicas admitem a existência de grupos, mas sabem que um grupo pode
ou não se constituir como um público. Desta forma, chegamos às características da
opinião pública que, segundo o professor Teobaldo, fica assim caracterizada:
 | não é uma opinião unânime;
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 | não é, necessariamente, a opinião da maioria;
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 | normalmente é diferente da opinião de qualquer elemento do público;
|
 | é uma opinião composta, formada das diversas opiniões existentes no
público;
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 | está em contínuo processo de formação das diversas opiniões existentes
no público;
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 | está em contínuo processo de formação e em direção a um consenso
completo, sem nunca alcançá-lo.[10]
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Sabemos que os grupos de interesse, as pessoas interessadas e os espectadores
constituem o público.
Os grupos de interesse têm importante papel na formação da opinião
pública e, mais uma vez, o professor Teobaldo nos lembra que os grupos de interesse
colocam a controvérsia e esforçam-se para obter aliados entre os desinteressados. Desta
forma o desinteresse, e a não informação contribuem para a ação dos grupos de
interesse. Esses grupos de interesse, no seu esforço para moldar opiniões, podem
provocar, pela propaganda, o estabelecimento de atitudes emocionais e sentimentos. A
contrapropaganda faz aparecer, novamente, a controvérsia e o processo de discussão.
Assim, pode-se notar que a propaganda é prejudicial somente quando existe apenas uma
propaganda[11].
De fato, a opinião pública deve funcionar como fiscal necessário e, para
que isto ocorra, os seres racionais devem tornar-se cada vez mais racionais, mas vivemos
em uma sociedade de massas onde o interesse privado geralmente se sobrepõe ao interesse
público. Hoje, o que temos é a multidão, que foi característica da antiguidade e da
Idade Média. Temos a massa de consumidores. Onde está o público?
A opinião pública não é resultado do impulso de multidões passageiras
que, excitadas por um fato novo e na fantasia criada pelos estereótipos e apaixonada por
seus oradores, precisam adquirir a exata consciência de nação.
Precisamos não só informar, mas principalmente formar, e Canfield já
registrava: No seu papel de divulgar informações ao público, o profissional de
Relações Públicas ocupa uma posição chave na formação de uma opinião pública
esclarecida[12].
OBSERVAÇÕES FINAIS
A controvérsia deve ser vista como fato natural em uma sociedade mais
evoluída. Assim, a iniciativa privada e o governo devem acostumar-se a discutir.
Não é porque uma empresa é alvo de críticas, que deixará de existir.
Pelo contrário, é necessário que se estabeleça o diálogo e que os empresários
assumam sua responsabilidade social, pois o público não só deseja, mas principalmente
merece explicações.
Hoje, mais do que ontem, a humanidade tem como seu alicerce a opinião
pública e exclusivamente sobre essa base o mundo pode sobreviver. A sociedade de massas
precisa ser substituída pela comunidade de públicos, pela evasão do pensamento
coletivo, mediante apelos dirigidos à razão e à reflexão. A humanidade só poderá
viver em harmonia se existir ampla e livre comunicação, sob pena de sofrermos uma
imprevisível rebelião das massas, nos lembra o professor Teobaldo[13].
Childs nos diz: Os grupos de pressão identificam seus interesses com o
interesse público. Essa identificação não se pode efetivar com um simples movimento de
pena ou agir de mão. O público está sempre interessado em decisões mais sábias e
racionais quanto a assuntos de relevância para ele. Suas competência para decidir
sabiamente depende, em grande parte, do grau em que os grupos de pressão esclarecem o seu
espírito, e não da extensão em que despertam instintos animais[14].
Childs continua sua análise, demonstrando as condições básicas para o
exercício da democracia que são:
 | direito de escolha;
|
 | liberdade de expressão;
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 | substituição de apelos irracionais por apelos menos irracionais, já que as
emoções e os sentimentos não podem ser esquecidos;
|
 | mais informação às massas e muita reflexão;
|
 | educação;
|
 | uso adequado da propaganda.
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Childs apresenta ainda os pontos fundamentais que Relações Públicas deve
observar, no que se refere ao controle social, quando falamos em opinião pública.
Vejamos:
 | Relações Públicas, em seu sentido mais amplo, referem-se àqueles aspectos
do nosso comportamento individual ou institucional que tem implicações sociais;
|
 | O problema fundamental de relações públicas é por essas relações em
conformidade com o interesse público um interesse que está sendo constantemente
redefinido pela opinião das massas;
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 | Temos não só o dever de sujeitar-nos à opinião pública, mas também a
responsabilidade e a oportunidade de modelá-la e guiá-la;
|
 | Agindo assim, precisamos estar conscientes do significado social da
propaganda do papel que cabe na teoria democrática e das condições essenciais
para o seu correto funcionamento;
|
 | Em última análise, a opinião pública é aquilo que, coletivamente,
fazemos com que ela seja. Só quando procuramos, de todas as maneiras possíveis, melhorar
a sua qualidade é que nos libertamos dos perigos do conformismo[15].
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A estes aspectos, devemos incluir a administração da controvérsia e, neste
caso, a profa. Sarah C. da Viá nos traz as diferenças no tratamento da informação,
quando diz: Numa comunidade de públicos, a discussão é o meio de comunicação
fundamental, e os veículos de comunicação de massa, quando existem, apenas ampliam e
animam a discussão, ligando um grupo primário com as discussões de outro[16].
E continua: Numa sociedade de massas, o tipo de comunicação dominante é o
veículo formal, e os públicos se tornam apenas simples mercados dos veículos de
comunicação de massa.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
[1] DA VIÁ, Sarah
Chucid. Opinião pública: técnica de formação e problemas de controle.
São Paulo: Loyola, 1983. p.7-58.
[2] AUGRAS, Monique. À
procura do conceito de opinião pública. In: Opinião pública: teoria e
processo. Petrópolis: Vozes. 1970. Cap I, p.11-19.
[3] DA VIÁ, S. C., op. cit.
[4] ANDRADE, Cândido
Teobaldo de Souza. Público e opinião pública. In: Curso de relações
públicas. São Paulo: Atlas, 1980. p.15-20.
[5] AUGRAS, M., op. cit.
[6] DA VIÁ, S. C., op. cit.
[7] Ibidem.
[8] Ibidem.
[9] ANDRADE, C. T. S., op.
cit.
[10] Ibidem.
[11] Ibidem.
[12] CANFIELD, Bertrand
R. Opinião pública. In: Relações públicas: princípios e
problemas. São Paulo: Pioneira, 1961. Vol.1, p.27-48.
[13] ANDRADE, C. T. S.,
op.cit.
[14] CHILDS, Harwood
L. Opinião pública e controle social. In: Relações públicas,
propaganda e opinião pública. Rio de Janeiro, FGV, 1976. p. 164-175.
[15] Ibidem.
[16] DA VIA, S. C., op.
cit.

Originalmente
publicado na revista Comunicarte, Campinas, v. 2, n. 4, p. 177-184, segundo
semestre 1984.
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