COMUNICAÇÃO
PÚBLICA E COMUNICAÇÃO GLOBAL
Heloiza
Matos
Professora
da Universidade de São Paulo
O novo cenário mundial trouxe (e ainda
traz) consigo uma série de mudanças que afetam tanto a realidade empresarial
como os processo de comunicação das organizações. O próprio contexto em que
as empresas atuam se alterou, exigindo uma constante busca de atualizações e
da sobrevivência.
Redução de custos, de cargos e de
pessoal (downsizing), terceirizações, programas de qualidade total,
nivelamento das funções hierárquicas, horizontalização do processo de
tomada de decisões, controle estatístico do processo de produtividade... Aos
poucos, vem nascendo um novo perfil da empresa e do funcionário, resultado de
uma nova cultura empresarial que afeta a integridade do relacionamento da
empresa com seus públicos-alvo.[1]
No caso de empresas públicas, elas
ainda são diretamente afetadas por outros aspectos dessa mesma realidade, mais
diretamente ligados à crise do Estado-Nação. O poder, antes concentrado nos
governos e nas esferas estatais, se espelha em três direções: para as
coletividades; paras as empresas e organizações, mais ágeis e flexíveis; e
para grandes empresas que procuram administrar as novas tecnologias que
ultrapassam todas as fronteiras.[2]
Nessa redefinição do papel do Estado,
uma nova delimitação das fronteiras entre “público” e “privado” também
se observa, especialmente no que tange à própria definição do termo “público”.
Hoje a sua desvinculação de outro
termo, “estatal”, já parece clara a maior parte da população, já que
bens públicos vêm sendo sistematicamente produzidos pela esfera privada, não
só através de transferência de empresas e/ou funções, como através de
iniciativas oriundas de setores privados, atuando em áreas sociais, econômicas
e culturais antes relegadas à exclusiva (ou quase exclusiva) atenção estatal.
Como exemplos, podemos citar a atual responsabilidade sobre as telecomunicações
ou a atuação social premiada de várias empresas, como a Xerox, que atua nas
áreas de educação e esporte, criando escolas e centros de treinamento em
comunidades carentes como a da Mangueira, no Rio de Janeiro.
Alguns
autores, ao analisarem o termo “público”, já o desvinculavam da esfera
estatal por princípios. Hannah Arendt, por exemplo, mais ligada às tradições
decorrentes da Revolução Americana do que da Francesa, fazia essa distinção
por crer que, historicamente, a questão da organização social é um tema da
qual a própria sociedade deve se incumbir. Ou seja, “existe uma função pública
radicada no social, que adquire máxima relevância, enquanto o governo dos
assuntos da coletividade é separado da sociedade, radicando-se no Estado”.[3]
Ou seja, a
sociedade é a principal responsável pela sua própria organização e pela
provisão de suas necessidades, não o Estado. E é a dissolução desta separação
rígida que os tempos de hoje estão trazendo, com novas relações entre a
sociedade civil e a esfera pública, ou melhor, com um novo nível de atuação
da sociedade civil que, por conseqüência, amplia (ou invade, segundo críticos
conservadores) a esfera pública.
Finalmente, com o crescente
deslocamento de tarefas públicas para a esfera privada, a sobrevivência das
empresas “públicas” passa ainda por outro derivado do mesmo termo: a
publicização (ou seja, tornar pública) de suas atividades, o diálogo e a
comunicação com a sociedade.
REORGANIZANDO A COMUNICAÇÃO DAS
ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS
Também é preciso dizer que hoje a
comunicação das organizações se alterou em todas as suas frentes de atuação.
Atualmente ela não se restringe apenas às prestações de informações ao público
e à conscientização de seus objetivos aos seus funcionários. São exigidas
respostas rápidas ao mercado e aos consumidores, os funcionários foram
descobertos como “clientes” internos e a satisfação deles foi incorporada
como essencial ao bom andamento da empresa.
O cenário das comunicações também
mudou, com as novas tecnologias fornecendo mais recursos mas, por outro lado,
acelerando processos e alterando a cultura tradicional dos relacionamentos
internos e externos das empresas. Notícias via satélite e pela rede de
computadores, Internet e Intranet, a explosão da informação em nossa rede
cotidiana, a crescente autonomia comunicacional do cidadão, a diminuição da
prestação de serviços públicos e o crescente envolvimento da mídia com o
mercado, enfim, tudo parece indicar que há toda uma cultura comunicacional em
transformação. Podemos pressupor que essas transformações da comunicação
se localizam nas formas e no tempo de distribuição da informação, como
resultado de novas tecnologias.
Hoje o consumidor ou usuário de serviços
tem seus canais de acesso à organização ampliados, e essa ampliação fez-se
acompanhar de um grande amadurecimento do consumidor brasileiro em relação à
conscientização sobre os seus direitos.[4]
A própria abertura comercial, assim
como a estabilidade econômica e o próprio processo de privatizações contribuíram
para isso, já que a oferta de novos produtos e serviços, a concorrência, a
possibilidade de comparação, a redução do papel do Estado como fonte única
de fornecimento de serviços, todo esse conjunto de fatores impeliu o consumidor
a reavaliar suas exigências, muitas vezes identificando seus direitos de cidadão
com os de consumidor. Atualmente, com a mesma rapidez e facilidade com que se
acessa os canais da empresa para a busca de informações ou para reclamações,
alcança-se a publicização deste fato, não sendo raras as notas na mídia ou
processos judiciais.
Alguns autores vêm demonstrando como
pode se dar a interação entre o processo de Qualidade Total e a comunicação
organizacional, chegando mesmo a aplicar as mesmas ferramentas da Qualidade
Total ao redimensionamento da comunicação institucional. No primeiro momento,
esta aproximação pode nos parecer impossível, já que o controle do processo
de comunicação deve basear-se sobre uma realidade muito mais instável que a
do processo de produção. Seria como comparar prognósticos, baseados em
auditorias e pesquisas de opinião, com certezas matemáticas, controladas
numericamente.
Porém, as técnicas de qualidade total
podem contribuir de modo positivo na melhoria da comunicação organizacional.
Os programas de implantação da qualidade, realmente, possuem algumas orientações
que só vêm a facilitar o planejamento da comunicação.
Por exemplo, no caso do Planejamento da
Qualidade.[5]
Os passos para o planejamento podem muito bem servir de base para a orientação
do plano de comunicação da organização: “1. Determinar quem são os
clientes; 2. Determinar quais são as necessidades dos clientes; 3. Desenvolver
características de produtos que respondam a essas necessidades; 4. Desenvolver
processos que sejam capazes de produzir essas características; 5. Transferir os
planos resultantes às forças operacionais”.
Considerando que a tarefa da comunicação
organizacional passa pela detecção e resolução de problemas, estes primeiros
passos são profundamente necessários a um projeto de implantação ou
reestruturação da comunicação da empresa. Porém, com efeito, ainda é pouco
para um início. É preciso também avaliar a posição que a comunicação
ocupa dentro do quadro geral da empresa. Alguns especialistas na área[6]
consideram que a melhor estratégia para o planejamento estratégico da comunicação
da organização é o questionamento da prática comunicacional no momento.
Assim, algumas perguntas seriam
fundamentais para uma avaliação. Por exemplo, como foi definida a missão, os
objetivos e a estratégia da comunicação, tanto em tempos estáveis como em
tempos de mudança. Se a empresa está levando em conta o atual cenário de
transformações da realidade local e mundial, se já foi feito um diagnóstico
profundo das necessidades e dos resultados da comunicação organizacional tal
como ela se encontra naquele momento, se este diagnóstico acusa que é preciso
começar do zero, ou o que pode ser aproveitado por já estar apresentando soluções.
E, principalmente, é preciso se perguntar se “a organização encontrou soluções
novas, adequadas a seus problemas de comunicação com públicos externos,
internos, com clientes, ou continua a oferecer suas velhas propostas sem eficácia”.[7]
ASPECTOS PRÁTICOS: AS VÁRIAS ÁREAS
DE COMUNICAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO
Passado o momento de indagações
gerais, talvez seja útil comentarmos sobre alguns aspectos e técnicas específicos
de algumas áreas da comunicação da organização pública.
No caso da comunicação interna, a
nova realidade administrativa ampliou a necessidade de informação e de um bom
desempenho comunicacional com esse público. A crescente participação dos
empregados nos processos de tomada de decisões e de reestruturações internas
faz com que o papel do funcionário seja, cada vez mais, de um co-responsável,
de um co-autor tanto da eficiência como da imagem da empresa. Se antes a questão
que se colocava era a de complementar a boa imagem institucional externa com uma
boa imagem interna, hoje essa simplicidade soa como reminiscência de um tempo
de hierarquias rígidas e verticais que está sendo deixado para trás.
Segundo Corrado, “pesquisas
realizadas nos últimos vinte anos mostram que os empregados têm desejos de
comunicações muito simples. Desejam saber quais são os problemas, como a
empresa lidará com eles e qual o seu papel, como empregados. E desejam tomar
conhecimento disso por intermédio de alguém que saiba o que está acontecendo
– de preferência seu supervisor imediato. Na ausência de comunicação digna
de crédito, os boatos preenchem o hiato. O boato lhes oferece uma pessoa real,
viva, que parece saber o que está acontecendo. Os empregados instruídos até
querem mais informações. Não querem saber só o quê. Querem saber o
porquê”.[8]
Ainda em relação à comunicação
interna, é necessário redirecionar o seu planejamento estratégico em função
da nova realidade com que as organizações se confrontam. A tendência de se
exigir mais qualificação dos funcionários acarreta em pessoal mais
amadurecido, com interesses mais sofisticados, maior nível de informação, e
que não se identificam com velhas práticas administrativas que, por exemplo,
relacionam o grupo de trabalho a um ambiente familiar.[9]
Novas tecnologias de comunicação são
familiares a todos dentro dos ambientes de trabalho. Veículos como a Intranet
permitem que informações pertinentes sejam devidamente transmitidas a quem de
necessidade, com rapidez e eficiência. No entanto, a mídia impressa ainda é o
principal veículo para informações profundas que dizem respeito a toda a
instituição. Sempre lembrando que essa modalidade de mídia há muito se
afastou dos antigos boletins informativos com pequenas “notas sociais” sobre
funcionários e a vida no trabalho, privilegiando notícias de cunho informativo
e relevante.
Vale
ressaltar que, atualmente, “organizações públicas e privadas, na sua
maioria, já estruturam áreas mais abrangentes de ‘comunicação’ ou
‘comunicação social’ sob uma diretoria única”.[10]
Comunicação
integrada é aqui compreendida como a atuação sinérgica das diversas subáreas
das comunicações institucional, mercadológica e interna. Esta junção
administrativa permitiria o uso de uma mesma linguagem, a adoção de
comportamentos comuns e uma maior coerência na política de comunicação da
organização.
Levando
em conta a necessidade de pensarmos a comunicação pública, queremos elucidar
este conceito como um campo da comunicação que visa obter uma legitimidade de
interesse público. Uma prática que possa contribuir para “identificar a
utilidade pública, alimentar o conhecimento cívico, facilitar a ação
governamental e garantir o debate público”.[11]
Na seqüência, Zemor propõe quatro
modalidades de comunicação que fazem parte da vida de uma organização pública,
cada uma delas definida em função do ambiente a que se refere.
Em relação ao ambiente interno
(funcionários dos diversos departamentos, diretores, funcionários com trabalho
externo), a comunicação deve referir-se à própria identidade da
instituição, conscientizando o funcionário dos objetivos e finalidades da
organização, melhorando a qualidade de suas condições de trabalho,
mobilizando-o para o aperfeiçoamento de suas atividades e preparando-o
adequadamente para a comunicação com os públicos externos.
Quanto a esses públicos externos, é
preciso dividi-los em três grupos diversos, que corresponderão a três
modalidades de comunicação. A Comunicação de Relacionamento,
praticada com os usuários que se relacionam de forma direta com a organização
(pessoas físicas, empresas e outras instituições públicas), buscando seus
serviços. Nessa modalidade estão incluídos tanto a recepção e a prestação
de esclarecimentos como o acesso e a disponibilização de dados públicos, além
da promoção dos serviços disponíveis, oferecidos pela organização.
Em
outro nível, encontramos outro tipo de relacionamento, desta vez muito mais
calcado na Imagem da organização para a sociedade. Trata-se da comunicação
com as associações de classe, associações de consumidores e contribuintes,
administrações de municípios, sindicatos, imprensa e mídia especializada.
Aqui a comunicação da organização envolve uma coordenação do discurso
entre as campanhas publicitárias, as relações públicas, a assessoria de
imprensa, enfim, todos os profissionais envolvidos com a visibilidade, a imagem
da instituição.
Por fim, podemos falar em um
macro-ambiente, que envolve não só os formadores de opinião como também o
mundo político. Aqui a finalidade da comunicação é a de ser uma comunicação
política, acompanhando a modificações dos comportamentos sociais, as mudanças
políticas e econômicas como um todo, e relacionando-se com interlocutores de
todas as esferas governamentais e com a mídia, transmitindo uma imagem coerente
de poder público, de atividade ligada ao interesse público.
No
caso de organizações públicas do setor tributário, seu grande cliente (seu público
externo) é a própria sociedade, e seu ambiente externo é permeado por uma série
de questões legislativas e sociais que, ao sabor das circunstâncias, podem se
tornar mais ou menos atuais. Novos impostos, novas regras e prazos, transparência
dos dados da arrecadação, conscientização do público – são questões que
envolvem debates na mídia e mudanças de atitudes e comportamentos humanos e,
como frisa Corrado, “o público em geral não costuma iniciar as questões”,[12]
ou seja, o
debate.
A administração dessas questões,
portanto, deve levar em conta que a opinião do público precede a legislação,
ou seja, já existe uma opinião formada, por exemplo, a respeito da carga
tributária no Brasil e do uso que se faz dos impostos arrecadados, ou ainda
quais categorias são mais ou menos penalizadas pela legislação. Também as
relações com a mídia são balizadas por essa opinião prévia, uma postura
preconcebida que antecede a legislação vigente ou novas medidas.
Por
exemplo, uma rádio de grande penetração em São Paulo e com várias
retransmissoras por todo o Brasil, a Rede Jovem Pan, está veiculando uma
campanha intitulada “Brasil: o país dos impostos”, indicando a urgência de
uma reforma tributária e já anunciando que o Congresso não vai empreendê-la,
e que o próprio governo não demonstra interesse em diminuir a carga tributária.
Portanto, qualquer tentativa de
influenciar a opinião pública deve levar em consideração essas premissas
para planejar sua atuação e o seu discurso institucional. Os vários tipos de
discurso institucional acabam moldando a imagem da organização para o público.
Vamos a quatro modalidades e suas influências
sobre a imagem que a organização assume para a sociedade:
-
“Nós” – identidade – quem
somos?
-
“O que” – a atividade – qual é
o negócio?
-
“Você” – a missão – para
quem?
-
“Nós
e vocês” – a relação – função social?[13]
Pode-se notar que, para o caso das
organizações públicas citadas acima, especialmente, o quarto modelo (uma junção
da primeira e da terceira modalidades) é nitidamente o mais apropriado, pois
oferece a oportunidade da organização veicular a imagem pela qual quer ser
reconhecida, a relação que deseja estabelecer com seu público, a imagem
respeitosa que possui de sues interlocutores e, finalmente, a ética e a importância
intrínsecas que sua atividade possui.
É preciso compreender que a comunicação de uma organização
é o seu nexo social, pelo qual ela se torna parte da comunidade. E tanto a
sociedade como o mercado de comunicação hoje são muito complexos:
multiplicaram-se os emissores, as mensagens, os meios, os públicos-alvo. Por
esse motivo, os parâmetros para elaborar uma empresa de comunicação exige uma
condução reforçada. Para responder a esta complexidade surgiu a noção de
comunicação global.
Da mesma forma que o público de uma
organização é segmentado, as próprias organizações aprenderam a segmentar
seus discursos. A comunicação global é uma tentativa de organizar esse
mosaico de discursos que se dirigem a um público dividido sob várias formas,
como a mídia e seus vários veículos, o público e suas grandes, médias e
pequenas empresas, pessoas físicas e jurídicas, razões sociais, etc. Todos
esses públicos têm interesse direto na vida da organização e se relacionam
com ela diretamente.
A comunicação global[14]
se apóia, então, numa vontade de lutar contra a desordem das políticas, das
mensagens e dos investimentos e uma busca da maturidade – governar imagem da
organização como uma variável estratégica de desenvolvimento. A comunicação
global é uma escolha estratégica. Construir uma estratégia é eleger as
demandas que a empresa quer satisfazer e os benefícios que produzirá a partir
destes efeitos. A escolha estratégica se orienta:
O desenvolvimento dessa comunicação
exige uma consultoria estratégica central, para esta levar em conta os fatores
internos e/ou externos que afetam a vida da organização, e condicionam seu
desenvolvimento: aspectos demográficos, sociológicos, econômicos,
industriais, financeiros, culturais, mediáticos etc.; e, por outro lado, tratá-los
para melhor conjugar todo o potencial da organização.

NOTAS
[1] França,
Fábio, FREITAS, Sidinéia Gomes de. Manual de qualidade em projetos de
comunicação, São Paulo.
[2] Mattelard,
Armand. Comunicação-Mundo. 2. ed. Petrópolis, Vozes: 1997.
[3] Cf.
Grau, Nuria Cunill, Repensando
o público através da sociedade. Revan/ENAP, Rio/Brasília, 1998.
[4] Giangrande,
Vera. A comunicação na era do consumidor, In: Kunsch,
Margarida M. K. (org.). Obtendo resultados com relações públicas. São
Paulo: Pioneira, 1997.
[5] Cf.
Juran, J. M. Juran na liderança
pela qualidade. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1993.
[6] Ver
FRANÇA, Fábio, FREITAS, Sidinéia G. Manual da qualidade em projetos de
comunicação. São Paulo: Pioneira, 1997.
[7] FRANÇA,
Fábio. A comunicação organizacional e a qualidade total. (mimeo). Ver
também: Oliveira, Marco A. Mitos
e realidades da qualidade no Brasil. São Paulo: Nobel, 1994.
[8] Corrado,
Frank. A força da comunicação. São Paulo: Makron Books, 1994.
[9] CORRADO, op. cit.
[10] Kunsch,
Margarida M. K. Relações públicas e modernidade. São Paulo: Summus,
1997.
[11]
Zemor,
Pierre. La Communication Publique. Paris: PUF, 1995. p.6.
[12] Corrado, Frank, op. cit., p. 136.
[13]
Weil,
Pascale. La comunicación global: comunicación institucional y de
gestión. Barcelona: 1992.
[14] Idem, p. 12.

BIBLIOGRAFIA
CORRADO,
Frank. A força da comunicação. São Paulo: Makron Books, 1994.
FRANÇA,
Fábio, FREITAS, Sidinéia G. Manual da qualidade em projetos de comunicação.
São Paulo: Pioneira, 1997.
FRANÇA,
Fábio. A comunicação organizacional e a qualidade total. (mimeo).
GRAU, Nuria Cunill. Repensando o público através da
sociedade. Revan/ENAP, Rio/Brasília, 1998.
GIANGRANDE,
Vera. A comunicação na era do consumidor. In: Kunsch, Margarida M. K. (org.).
Obtendo
resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira, 1997.
JURAN, J. M. Juran na liderança pela qualidade.
2.
ed. São Paulo: Pioneira, 1993.
KUNSCH,
Margarida M. K. Relações públicas e modernidade. São Paulo: Summus,
1997.
MATTELARD,
Armand. Comunicação-Mundo.
2. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
OLIVEIRA,
Marco A. Mitos e realidades da qualidade no Brasil. São Paulo: Nobel,
1994.
WEIL, Pascale. La comunicación global: comunicación institucional
y de gestión. Barcelona: 1992.
ZEMOR, Pierre. La communication publique. Paris: PUF, 1995, p. 6.

Comunicação
apresentada ao GT de Comunicação e Organização,
da INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação,
no
XXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, realizado de 2 a 6 de
setembro de 2000 na Universidade do Amazonas, Manaus – AM